terça-feira, 4 de novembro de 2014

Sem coligações, PT elegeria 102 deputados ao invés de 70

Foto:Najla Passos

                                                                  Foto:Najla Passos


Brasília – As coligações realizadas nas eleições proporcionais alteram a forma de se converter votos em cadeiras no parlamento, de forma a distorcer a vontade do eleitor manifestada nas urnas. Pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), mostra que, sem elas, os grandes partidos – como PT, PMDB e PSDB – contariam com um número bem maior de deputados eleitos.

O PT, que ficou com a maior bancada ao eleger 70 deputados, teria 102, caso a sigla não tivesse se coligado com outros oito partidos (PMDB, PSD, PP, PR, PROS, PDT, PCdoB e PRB), dos quais a maioria em nada compartilha com seus princípios ideológicos, doutrinas e visões de mundo.

O PMDB também sairia no lucro: estaria com 102, ao invés de 66. Já o PP teria 32, ao invés dos 36 atuais. O PSD ficaria com 29, ao invés de 37. O PR com 24, em vez de 34. O PCdoB ficaria com 5, ao invés de 10. O PRB com 14, no lugar dos atuais 21. E o PROS com 6, ao invés de 11.

Na oposição, o mais favorecido seria o PSDB, que teria 68, ao contrário dos atuais 54. O PSB também aumentaria sua bancada: 41 ao invés de 34. O DEM, ao contrário, ficaria com apenas 13, ao invés de 22. O PPS com 5, ao invés de 10. O PSOL, da oposição de esquerda, teria 6 ao invés de 5.

Para o jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap, Antônio Augusto Queiroz, as coligações nas eleições proporcionais, feitas sem qualquer critério, têm sido apontadas como o principal problema do sistema eleitoral brasileiro na medida em que distorcem a vontade do eleitor.

“De fato, no Brasil, juntam-se partidos com visão de mundo, ideias, programas, ideologias e doutrinas completamente opostas na disputa das eleições proporcionais com o único propósito de atingir o quociente eleitoral e garantir a eleição dos mais votados da coligação”, afirma ele no artigo Como ficariam as bancadas da Câmara sem coligação.

Deformações extremas

O analista político afirma que as deformações causadas pelas coligações são tão graves que, caso não tivesse havido coligação nesta eleição e os partidos tivessem tido o mesmo desempenho eleitoral, apenas o PT teria atingido o quociente eleitoral no Acre. O partido, portanto, elegeria os oito deputados a que o estado tem direito. Com a coligação, porém, ficou com apenas três e ainda ajudou o sistema a eleger os outros cinco. Entre eles, o policial linha dura do PSDB, Major Rocha.

O caso mais grave, porém, foi o registrado no Distrito Federal. Segundo Queiroz, sem coligações, somente o PT teria atingido o quociente eleitoral e, portanto, preenchido as oito vagas. Porém, como houve, o partido elegeu apenas um representante, a deputada Érika Kokay. Os demais votos destinados pelos eleitores ao PT ajudaram a eleger outro integrante da coligação, o pastor Ronaldo Fonseca (Pros), cujo pensamento e ação, segundo o diretor do Diap, em absolutamente nada convergem com os princípios do partido.

Urgência da reforma política

A adoção tática das coligações se torna ainda mais questionável quando os partidos que se apresentam ao lado do governo no processo eleitoral decidem desafiá-lo já na primeira votação após o pleito, como ocorreu na Câmara, na última terça (28/10), quando oposição e base rebelada se uniram para sustar a Política Nacional de Participação Social, implantada via decreto presidencial, assinado pela presidenta Dilma Rousseff em maio passado.

Dos oito partidos coligados com o PT, apenas o PCdoB, integralmente, e o Pros, parcialmente, votaram com o governo pela manutenção da política. Da oposição, apenas o PSOL, o mais à esquerda do parlamento, apoiou o governo.

De acordo com Queirós, a suspensão do decreto não alterada em nada a forma como o executivo lida com os 40 conselhos já existentes hoje no âmbito federal. “A intenção dos partidos da base aliada que votaram com a oposição a Política é mostrar a fragilidade do governo”, disse à Carta Maior.

O mesmo acontece com a principal bandeira defendida pela candidata reeleita este ano: a da realização do plebiscito para que o povo, e não o Congresso, decida qual sistema eleitoral o país deve adotar. Por sinal, a mesma que ela encaminhou para a aprovação do parlamento após os protestos de junho de 2013, sem sucesso.

Dentre a base aliada do governo, pelo menos o principal partido coligado, o PMDB, já afirmou publicamente que não apoiará a medida. A contraproposta da sigla é que o Congresso aprove a reforma política e, com as regras estabelecidas, o povo se manifeste, via referendo, apenas para dizer se concorda ou não com o resultado final.

O problema é que o Congresso já discute uma reforma política há mais de anos, sem resultados concretos. Beneficiados por regras atuais como as que permitem as próprias coligações e o financiamento privado das campanhas, a maioria dos partidos prefere deixar tudo como está. E a mudança nunca ocorre.

Cláusula de barreira

A pesquisa realizada pelo Diap mostra também que o número de partidos com representação na Câmara cairia de 28 para 22 siglas, caso fosse adotada a cláusula de barreira de 5% de votos nacionais e 2% em pelo menos noves estados, conforme proposto por entidades da sociedade civil e movimentos sociais.

Tal como o fim das coligações, a medida prejudicaria os partidos nanicos, que teriam que se fundir com os maiores para disputar cadeiras no parlamento, mas auxiliaria o projeto eleito majoritariamente para o executivo a governar o país. “Um número menor de partidos facilita a governabilidade, porque o governo teria que negociar com menos siglas as matérias de interesse do país”, acrescenta Queiroz.

Fonte: Carta Maior

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Parabéns Coelho Neto pelos 121 anos de história!

                                                         Imagem: CNBambu

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Aécio Coveiro do Sarney? Fala Sério!...

Do Blog do Alexandre


Em mais uma bizarrice deste segundo turno presidencial, vejo (até de blogueiros e usuários do facebook que esculachavam Flávio Dino) o argumento de que uma eventual vitória de Aécio teria o efeito de cravar uma bala de prata no lobisomem de bigode chamado Sarney. Esperteza que o eleitor não pode levar na inocência.
Quem apela pra tal premonição desconhece a longa história de compadrio entre os Sarneys e a Família Neves que começou com o próprio Aécio sendo nomeado por Sarney (que, aliás, assumiu a Nova República com a morte de Tancredo – avó de Aécio) para um cargo na Caixa Econômica Federal, isso nos idos de 1985.
Se Sarney deu emprego e até rádio para Aécio Neves, os tucanos tiveram muito como retribuir ao velho oligarca maranhense. Veja recortes e fotos abaixo.  
Sarney foi fiel defensor dos governos tucanos no senado e teve o filho Zequinha Sarney nomeado Ministro do Meio Ambiente, por Fernando Henrique Cardoso, de 1º de janeiro de 1999 a 5 de Março de 2002.
Aécio chegou à presidência da Câmara Federal em 2001 com apoio fechado da bancada sarneísta. Agora adivinhem quem era o presidente do senado no mesmo período? Se respondeu Sarney, errou por pouco, porque o senado era presidido por Edson Lobão, esse que é ministro da Dilma e pai do candidato derrotado por Flávio Dino.
Sarney, feito a imagem e semelhança do PMDB, é aliado de qualquer poder ou governo que o aceite. Da ditadura militar ao período da guerrilheira Dilma, nosso Zé Ribamar desfrutou do banquete do Planalto e não seria um confrade almofadinha-elitista como Aécio a enfiar a estaca no peito do velho vampiro.
O que o eleitor de Flávio Dino precisa entender é que Sarney não tem a mesma força, se encontra ferido de mortal fraqueza e será enterrado sim por um bom governo e uma boa política do Governador de Todos Nós.  

Jovem Aécio Nomeado Diretor de Loterias da Caixa, Homenageia Sarney 
Nomeação de Aécio por Sarney

Aécio Ganha Rádio de José Sarney 
Sarney Filho Ministro de FHC

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Feliz Dia do Professor


Aos professores e professoras desta país que lutam diariamente pela formação dos demais cidadãos brasileiros e pela sua própria sobrevivência e sustento de suas famílias.                    
Que um dia a nós seja dado o devido valor e reconhecimento pelo árduo e ao mesmo tempo sublime trabalho que realizamos em meio às adversidades.

Parabéns para nós!!!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Veja por que Dilma vai vencer a eleição contra Aécio.


Obs:

Esta análise foi feita poucos dias após a realização do primeiro turno, às vésperas da divulgação das primeiras pesquisas para presidente.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Coelho Neto:Candidato a deputado estadual Américo de Sousa agradece aos votos recebidos.

 O candidato a deputado estadual Américo de Sousa divulga em rede social nota de agradecimento pelos votos recebidos e elogia vitória de aliados eleitos e colegas de partido.

Confira a nota:


Veja a lista completa dos deputados federais eleitos no MA

Imirante.com


1º ELIZIANE GAMA (PPS) – 133.485

2º HILDO ROCHA (PMDB) – 125.198

3º RUBENS PEREIRA JÚNIOR (PC DO B) – 118.081

4º CLEBER VERDE (PRB) – 105.181 – REELEITO

5º SARNEY FILHO (PV) – 91.630 – REELEITO

6º ZÉ CARLOS (PT) – 90.460

7º ZÉ REINALDO (PSB) – 86.671

8º PEDRO FERNANDES (PTB) – 85.321 – REELEITO

9º VICTOR MENDES (PV) – 85.033

10º JOÃO MARCELO (PMDB) – 83.763

11º JUSCELINO FILHO (PRP) – 83.727

12º WEVERTON ROCHA (PDT) – 81.112 - REELEITO

13º ALBERTO FILHO (PMDB) – 67.839 - REELEITO

14º WALDIR MARANHÃO (PP) – 66.189 - REELEITO

15º ANDRE FUFUCA (PEN) – 56.863

16º JOÃO CASTELO (PSDB) – 52.766

17º JUNIOR MARRECA (PEN) – 50.920

18º ALUISIO MENDES (PSDC) – 50.483

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Coelho Neto: Américo de Sousa encerra sua campanha de deputado estadual com grande caminhada.


O candidato a deputado estadual Américo de Sousa encerrou sua campanha de deputado estadual com uma grande caminhada pelas ruas de Coelho Neto na tarde desta sexta-feira (3)

A descontração marcou o evento petista que contou com  uma grande quantidade de pessoas da comunidade, apoiadores e militantes.

Américo está na briga direta por uma das três vagas que o seu partido deve conseguir na Assembleia Legislativa do Maranhão nestas eleições, podendo ele terminar o pleito em segundo lugar entre os demais petistas que disputam vaga.


Confira como foi o evento:











Américo de Sousa na briga direta por uma vaga de deputado estadual


O petista Américo de Sousa é apontado como um dos três favoritos para ocupar uma das vagas de deputado estadual que o seu partido deve conseguir nestas eleições. Segundo levantamentos feitos por analistas políticos com base em informações de partidos, coligações e potencial de votos dos candidatos que disputam o pleito o PT deve eleger de dois a três deputados estaduais, sendo dois garantidos e um terceiro podendo ser eleito na chamada sobra de votos.
                                                        Imagem Blog do Neto Ferreira. 

Neste momento a dúvida é se o petista chega em segundo ou em terceiro lugar dentro de seu partido na disputa. Dúvida essa que somente as urnas podem tirar.

O certo é que Coelho Neto que já teve num passado não muito distante dois deputados estaduais pode ocupar novamente uma cadeira na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Por outro lado, Zé Carlos, parceiro político de Américo é favorito na disputa para deputado federal dentro de seu partido, de modo que muitos dão como mais do que garantida a sua eleição para o cargo.

O empenho dos candidatos nesses três dias que restam para a votação é de grande importância.


É aguardar e conferir depois. 

Click: Comício de Américo de Sousa 13 111 - deputado estadual














Coelho Neto: Comício de Américo de Sousa arrasta multidão.

O candidato a deputado estadual Américo de Sousa, numa demonstração de força política realiza um grande comício de encerramento de campanha com a presença de lideranças e apoiadores de várias cidades maranhenses.

Todos que fizeram uso da palavra disseram acreditar na eleição do petista e que a história de luta do mesmo no município em favor dos coelho-netenses o credencia a ser um legítimo representante da classe trabalhadora e do povo do Maranhão no parlamento estadual.


O vereador Osmar Aguiar fez um discurso forte colocando como uma necessidade para Coelho Neto a eleição de Américo, que merece e pode ter o seu próprio deputado estadual.

Em seu discurso, Américo destacou os momentos difíceis pelos quais passou com o agravamento do estado de saúde de seu pai e falecimento deste após longos dias de internação, há cerca de um ano e dos ataques traiçoeiros do seu principal adversário político no decorrer da campanha de 2012, envolvendo a sua família.


Américo falou de sua parceria política com o candidato a deputado federal Zé Carlos que o apoia em várias cidades do Maranhão e pediu a todos que votarem Américo deputado estadual que votem também no Zé Carlos para federal, Flávio Dino governador e Dilma para presidente.

Pediu ao povo que não se deixe enganar mais uma vez com promessas, obras eleitoreiras ou com a famigerada compra de votos. Falou que necessita apenas de 25 mil votos para está na briga direta por uma vaga, uma vez que o seu partido deve eleger três deputados estaduais e o seu nome vem sendo cotado entre os três que devem ser eleitos e finalizou, agradecendo ao trabalho de sua equipe de campanha, motoristas, militantes e demais apoiadores.

Na tarde desta sexta-feira (3) Américo realizará uma grande caminhada pelas ruas de Coelho Neto como último ato de campanha antes da votação.




















quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Américo de Sousa candidato a deputado estadual realizará comício de encerramento nesta quinta-feira (2)


O candidato a deputado estadual Américo de Sousa realizará logo mais às 7 horas da noite seu comício de encerramento de campanha.

São aguardadas lideranças políticas de algumas cidades maranhenses que apoiam o petista.
O palanque já está sendo montado para a festa e o evento será realizado na Rua da Liberdade, bairro São Francisco.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Foto-Fofoca: Gil Cutrim declara apoio a Flávio Dino


Marrapá

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Conforme antecipado por este blog há quase um ano, o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PMDB), acaba de declarar apoio ao candidato da oposição a governador, Flávio Dino (PCdoB). Cutrim também declarou apoio à candidatura de Roberto Rocha ao Senado.

A adesão aconteceu há pouco no município de Balsas e contou com as bençãos do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão, Edimar Cutrim, que rompeu pessoalmente com o oligarca José Sarney (PMDB).